UFC com garra total no segundo semestre de 2014

Alunos da UF sob comando do Prof.Rodrigo Fragoso.

Alunos da UFC sob comando do Prof.Rodrigo Fragoso.

Pelo terceiro ano consecutivo a Clínica Somma, empresa localizada na cidade de Fortaleza, firma parceria coma UFC(Universidade Federal do Ceará) para que os alunos dessa renomada instituição possa conhecer, vivenciar e praticar em suas dependências. Nesse semestre, as aulas serão todas as segundas e quartas no início da tarde.

Como proprietário e gestor da empresa fico muito feliz de poder contribuir para essa instituição tão séria e alunos compromissados.

Abraço a todos

Cristhina Brasil – Projeto de Lei 05 – Fisioterapia Assistência 24h

Cristhina Brasil - Dep.Estadual - 70654Projeto de Lei para obrigatoriedade na oferta serviços de Fisioterapia 24h nas UTI’s dos hospitais da rede municipal de Fortaleza (pronto para ser protocolizado).”

O amigo virtual

O amigo virtual

Meu mestre Henrique, pessoa ímpar que não se cansa de ajudar inúmeras pessoas a melhorar seus níveis de relacionamento no mundo digital.

Meu mestre Henrique, pessoa ímpar que não se cansa de ajudar inúmeras pessoas a melhorar seus níveis de relacionamento no mundo digital.

É muito comum observarmos no mundo cibernético, e principalmente nas redes sociais, pseudoperfis que alimentam nossa arrogância, vaidade, e, principalmente, nossa solidão. Fotos, comentários e depoimentos enraizados na metodologia do control c + control v multiplicam-se exponencialmente maculando esse mundo digital fantástico que tem por finalidade estreitar nossos relacionamentos, sejam pessoais, comerciais, científicos ou amorosos.

Por outro lado, existe o AMIGO VIRTUAL. Esse, é:

Aquele que não conversa com você, mas lê seus pensamentos;

Aquele que não te abraça, mas te acalenta;

Aquele que não toma um chope com você, mas o faz rir;

Aquele que não ouve sua voz, mas te escuta;

Aquele que não paga suas contas, mas doa seu precioso tempo para ler seus recados;

Aquele que não te carrega nas costas, mas multiplica os seus relacionamentos;

Aquele que não te bajula, mas te serve de conhecimentos adquiridos;

Enfim, aquele que, mesmo virtualmente, é seu AMIGO.

 

Luis Henrique Cintra

 

O príncipe mimado

principe mimado

Era uma vez um príncipe herdeiro de grande fortuna e criado rodeado de  vassalos e bajuladores. Sua fama, de esbanjador, ecoava pelos 4 cantos do reino, o que atraía oportunistas e bisbilhoteiros formando, assim, uma grande e pseudo platéia para seus feitos.
Certo dia esse garoto mimado desejou ir à guerra e foi aconselhar – se com um velho general. Esse, como conhecia a história de seu superior, tentou desencorajar – lhe,  pois via,  naquele pequeno fedelho, alguém que desejava um grande feito, mas, sem muito esforço. Pressionado pelas circunstâncias,  acabou aceitando o desafio.

O general Reuniu exércitos de diferentes lugares e começou o treinamento. Muitos, desses, eram criaram esperançosas de uma vida melhor, pois, mesmo não conhecendo o príncipe, seguiam cegamente o mando do general.

O príncipe, devido a sua ignorância e arrogância,  só pensava em entrar em combate, mas, o general, precavido, para poupar a vida de todos, esperava o momento certo de agir. Quanto mais o general tentava treinar o príncipe para as batalhas, mais esse continuava a gastar as provisões do exército com festas e banquetes onde expunha sua bela espada e seu manto de veludo.

Por fim, esse garoto mimado disse que o general era incompetente e o exército fraco. Mandou, sem pestanejar , dispensar todos, inclusive os mais necessitados. Não pagando, inclusive, o soldo daqueles que, até o presente momento, foram-lhe fiéis

O general, decepcionado, não com o príncipe,  mas consigo por ter aceitado missão tão infame jurou nunca mais por seus soldados sob mando desse déspota.

Concluiu sua participação dizendo:

– Quem brinca com a vida dos outros nunca encontrará a paz, pois seus projetos não passam de castelos de areia erguidos antes da tempestade, e se um dia for lembrado, será através de piadas em mesa de bar.

 

Luis Henrique Cintra

Cristhina Brasil – Projeto de Lei 04 – Medicamento na Casa do Transplantado

cris5“Projeto de Lei que obrigue a Secretaria de Saúde do Estado a entregar, em tempo, na casa do paciente Transplantado, devidamente cadastrado, os medicamentos  de uso continuo que estes pacientes necessitam em parcerias com a ECT, evitando as filas nos serviços na Capital”

O medo do desempregado

dempregado

Era uma vez um rapaz desempregado, que não suportando mais a pressão do mercado estava, assim, à beira de uma crise depressiva.

Um amigo empreendedor o convidou para uma cerveja, e, quem sabe, descontrair um pouco.

– O que vou fazer de minha vida…estudei tanto, e não tenho dinheiro para pagar 2 cervejas.

– kkkkkk, que é isso cara. Fica na paz, hoje é por minha conta.

A inveja corria em seus ossos. Ele retrucou?

– Você parece que nunca tem problemas…vive rindo de tudo, você não tem medo de perder seu negócio?

– Claro que tenho, mas tento por o medo no lugar certo.

– Como assim no lugar certo? Medo é medo.

– Na essência sim, mas ele pode ficar à sua frente, e, daí, não o deixa seguir, ele pode ficar atrás de você, e, então, o estimula, o faz correr para que não o alcance.

– Pois acho que o medo vive à minha frente.

– Não, não é isso. Ele não está nem à sua frente nem atrás de você. Ele está dentro de você. Nessa posição, ele nunca o abandonará.

– Tem razão. Você já sentiu isso?

– Sim.

– E como conseguiu tirar o medo de dentro de você?

– Primeiro olhei para os céus, e vi de onde vim, depois olhei para baixo, e vi para aonde vou, em seguida olhei para trás e vi o imutável, mas quando olhei para frente… vi que ainda sou necessário. Se todos temos o mesmo destino, precisamos mudar o meio de chegar lá, assim encontremos a paz.

 

Luis Henrique Cintra

Prof.Jorge Garcia – A arrogância mata

Jorge Garcia – 60 anos, engenheiro industrial com mestrado em Matemática, Ph.D em Inteligência Artificial e pós-doutorado em Estratégia Competitiva pela Harvad Business School. Criou a Coppead, escola de negócios da UFRJ, e hoje é professor do Ibmec e dono da consultoria The Monitor Company of Brazil.

Jorge Garcia – 60 anos, engenheiro industrial com mestrado em Matemática, Ph.D em Inteligência Artificial e pós-doutorado em Estratégia Competitiva pela Harvad Business School. Criou a Coppead, escola de negócios da UFRJ, e hoje é professor do Ibmec e dono da consultoria The Monitor Company of Brazil.

O engenheiro mexicano Jorge Garcia poderia ser chamado de médico-legista do mundo corporativo. Ele tornou-se um especialista em descobrir por que as empresas morrem. Professor e consultor empresarial naturalizado brasileiro, Garcia consegue fazer um diagnóstico precoce dos fatores que levam uma corporação à ruína. “A arrogância e a soberba matam uma empresa”, diz. Em breve, ele pretende fazer as malas e passar um ano na Harvad Business School, para pesquisar o tema mais a fundo. Garcia vai realizar um sonho antigo: escrever um livro sobre os maiores exemplos de insensatez no mundo dos negócios. A obra será inspirada no título A Marcha da Insensatez, da jornalista Bárbara Tuchman, que descreve os grandes equívocos da humanidade desde a Guerra de Tróia até o Vietnã. Na entrevista que concedeu a Época Negócios, o professor explica por que é diferente administrar uma empresa no Brasil, aponta quais organizações estão em risco atualmente e diz quais foram os maiores erros cometidos no mundo dos negócios.
Época: Por que uma empresa morre?
Porque é arrogante e soberba. O McDonald’s, por exemplo, está se arrebentando por isso. Chegou a ter 40% do mercado no mundo e hoje está com 13%. Por enquanto, pois a rede vai acabar. Nós temos aqui, no Brasil, uma quantidade enorme de franqueados querendo sair. E no começo tínhamos fila. Hoje nem fila há. Temos quase 20 franqueados brigando na Justiça contra o MacDonald’s. No mundo todo, as vendas estão caindo.
Época: Qual foi o grande erro?
Eles pensaram o seguinte: o manual tem de ser o mesmo em Nova York, no Brasil e na Índia. Só que eles se esqueceram de que as pessoas são diferentes. Em outras palavras, deram as costas para o mercado. Eles criaram uma universidade para fazer hambúrguer do mesmo jeito, da maneira mais rápida e eficiente, e no mundo todo. Foi um erro crasso. Essas escolas não dão espaço pra você pensar. O melhor funcionário é aquele que não pensa, é aquele que faz o que o chefe fala.
Época: Por que as empresas chegam a esse ponto?
Porque se acomodam. É como no casamento. O grande segredo é não relaxar. É o caso também da IBM, da Sony e da Xerox. Uma das coisas que o mundo dos negócios me ensinou é que o mercado é cruel, não tem a menor lealdade e, pior, não reconhece os sucessos do passado. É preciso estar sempre se reinventando.
Época: Como virar esse jogo?
Carlos Ghosn conseguiu fazer isso na Nissan. Ele chegou e viu que a diretoria toda estava compactuada, que levou 26 meses delirando antes de tomar uma decisão de fechar uma fábrica. Em vez de escutar a diretoria, Ghosn foi ouvir as lideranças básicas, o que muito empresário brasileiro deveria fazer. Ele foi à gerência intermediária e pegou os melhores talentos. Há muita gente boa asfixiada pela diretoria que nós atualmente temos.
Época: Qual é o problema das atuais diretorias?
São velhas, arcaicas. A crise nas empresas começa na crise executiva. O presidente, assim como a diretoria, conhece o problema há tempos, e não toma decisões por medo de perder o status quo.
Época: As empresas familiares não devem ter esse problema….
É verdade, mas são muito mais complicadas. Ou a família mata a empresa ou a empresa mata a família.
Época: Existem casos que contrariam esta regra?
O Grupo Votorantim, por exemplo, dá certo pela rigidez e disciplina dos donos. O filho de Antonio Ermírio de Moraes é um garoto que está indo à luta como outro qualquer. Se ele é aceito pelo sistema de recrutamento da Votorantim, ele poderá entrar na empresa. E ele entra pelos fundos, não pela janela. É a meritocracia. O Brasil está começando a importar este modismo cultural dos Estados Unidos, o que eu acho muito bom.
Época: Qual foi a maior insensatez do século XX?
Foi a Igreja Católica. É uma organização em que o presidente só sai no caixão. A Igreja vai morrer. Observe a idade das pessoas que vão à missa aos domingos. Ela perdeu mercado para as novas igrejas. A maior organização do mundo foi inflexível, rígida demais e não se renovou.
Época: Um dos temas que o senhor vai pesquisar em Harvad é estratégia em países emergentes. Por que é diferente administrar uma empresa no Brasil?
Nos países anglo-saxões, se você fala para o subordinado “faça isso”, ninguém questiona. No Brasil, vão fazer diferente. Se Hitler tivesse nascido aqui, estaria vendendo quadro no Viaduto do Chá, em São Paulo. Ninguém estaria fazendo continência.
Época: Isso é bom ou ruim?
A insubordinação é fantástica, mas desde que motivada. Sem conhecimento, pode levar ao caos. A motivação não é uma porta que se abre somente por dentro. Você precisa se incentivado a crescer, saber que vai ganhar alguma coisa com isso. Aquela história de uma empresa contratar uma pessoa por um salário, 12 salários, está morrendo. As empresas mais lucrativas agora têm quadros com salários-base baixos e o variável (o bônus) muito grande.
Época: Mas esse modelo não cria um ambiente extremamente competitivo?
Não necessariamente. Você tem de estudar de que forma as pessoas vão trabalhar de maneira saudável, o que não é fácil. Na maioria das vezes, o ambiente que se cria é de predadores. Quem não se adapta vai para a rua.
Época: O senhor diz que prefere viver um ano a 100km por hora a viver mais 10 anos a 5km por hora. Essa filosofia também funciona no mundo dos negócios?
Não. É suicida demais. Existe um ditado que diz que o melhor jeito de perder um negócio é perder uma oportunidade. Mas, ao mesmo tempo, oportunismo é suicídio. O mercado é contraditório. Cada onda é diferente.

 

Fonte:

Patrícia Cançado

Revista Època – nº 356 – 14/03/05

http://sitedoempreendedor.com.br/entrevistas.php?acao=exibir&id=53