O que é mais difícil: captar ou fidelizar clientes?

Passados os primeiros dias de nosso negócio vem a pergunta: – O que vou fazer para ter clientes? A resposta é que tal pergunta, inicialmente, deveria ser feita antes de começar o negócio, ainda na fase de Planejamento, mas como lamentar-se não adiantará muito, vamos ao que interessa.

A captação de clientes é sempre mais cara. É necessário ter boa embalagem (estrutura), habilidade de convencimento (marketing) e capacitação técnica (conhecimento) para justificar o que se anuncia. Essa tríade, forma o segredo de qualquer negócio em Fisioterapia.

A Fidelização se relacionará com a capacidade de gerir seu negócio. Trabalhar sempre com valor agregado ao seu serviço. Nunca atrase, sempre se comunique, faça o paciente sentir-se em casa. Mostre interesse em prestar não apenas um atendimento, mas um bom serviço, que é muito mais que somente aliviar a dor ou devolver a função a alguém.

Ou seja, a fidelização pode ser mais barata, contudo mais trabalhosa. O equilíbrio entre as duas garantirá o sucesso de seu estabelecimento.

Até a próxima postagem,
Luis Henrique Cintra

Fisioterapeuta Empresário, eu?

Há 30 anos não havia Fisioterapeutas com 30 anos no mercado. Não é nenhuma novidade lembrar que recursos físicos são utilizados desde os primórdios da humanidade, mas mesmo depois regulamentação de nossa profissão ainda temos muito que aprender como empresários ou profissionais liberais.

Trabalhamos inicialmente nos grandes centros de reabilitação, depois éramos funcionários de grandes clínicas onde médicos, normalmente, eram donos. Começamos atender em domicílio, era o começo de nossa autonomia, demos então um grande passo, criamos nossas clínicas. Hoje nos dividimos entre estúdios, academias, domicílio, faculdades, organização de cursos e franquias.

Não há como negar a evolução técnico-científica da Fisioterapia. A paixão pelo que fazemos fez surgir inúmeros negócios em nossa área, mas, será que nos planejamos para isso?

Diariamente vejo colegas entusiasmados na criação de seus espaços e ao mesmo tempo anúncios, nas redes sociais, de outros colegas vendendo seus equipamentos e tentando outra coisa na vida. Talvez, o brilho da paixão possa estar ofuscando àqueles que, no momento de falar de negócios, precisam olhar focados em seus objetivos.

É preciso habituar-se a uma nova linguagem: planejamento, capital de giro, IRPJ, rentabilidade, marketing etc. Ousar sim, arriscar perder, nunca. Foram-se os tempos em que as coisas eram feitas “na marra”. Agir sempre estrategicamente, não preocupando-se somente em captar, mas em fidelizar clientes, pensar que o cliente deve ser cuidado 24 horas por dia, 365 dias por ano. Somente assim, podemos dizer que chegamos em nossa maturidade empresarial.

Um abraço,

Ousadia!


Por Oseas Moura
Fisioterapeuta

É o que diferencia os vencedores. Preço é diferente de valor. Qual o valor de sua assistência? Qual o valor de recuperar a marcha de um hemiplégico? Qual o valor de ser curado de uma enxaqueca? Qual o valor de voltar à prática do esporte preferido? Qual o valor de não mais sentir dor?

Muitos têm dificuldade de atribuir preço de honorário por ter também dificuldade de propiciar uma atenção resolutiva, rápida.

Tratamentos que se perenizam são inconcebíveis sob todas as perspectivas: profissional, financeira e de tolerância. É importante que se busque recursos mais resolutivos, de maior complexidade e que repercuta positivamente a cada atendimento. Daí para a frente, a remuneração, ou seja, a recompensa pelos bons resultados serão naturalmente a consequência em progressão geométrica.

No mundo do trabalho, a remuneração é proporcional à complexidade e grau de responsabilidade das tarefas e ações inerentes a cada profissional. O seu trabalho envolve maior complexidade de tomada de decisões? Ou você pauta sua prática em ações eminentemente operacionais? Nosso sucesso não depende de governo, de conselho, de associação, de sindicato, mas de uma postura positiva de controle sobre a atividade profissional na atenção ao paciente/cliente. Como disse o mago do sucesso, Tom Peters, “o seu sucesso depende do seu projeto”. Com responsabilidade, conhecimento e domínio sobre as ações planejadas e administradas.

Fica a reflexão para iniciarmos a semana. Abraços a todos!

Saiba como funciona o Sistema SE

Quando uma empresa de Fisioterapia assina a carteira de um funcionário, esse pagará 27,8% para o Governo Federal. Parte dessa tributação (5,8%) é destinada ao Sistema SE (SEBRAE, SESC, SENAI, SESI, etc). Tais locais são excelentes para o treinamento e aprimoramento de mão-de-obra, seja técnica ou empresarial. Eu indico sempre os cursos do SEBRAE para todos aqueles que desejam ter um negócio em Fisioterapia.

Um abraço,
Luis Henrique Cintra

Prefeito Roberto Cláudio garante a aprovação de 3 projetos

Amigos, ontem tive a oportunidade de participar de uma reunião marcada pela vereadora Cláudia Gomes (PTC). Também estavam presentes Ricardo Lotiff (Presidente Crefito 06), Ediara Rios (Coordenação de Fisioterapia Unifor), Isabel Neves (Name Unifor), Hercília Paz (Coordenação T.O. Unifor). O prefeito Roberto Claudio elogiou muito a nossa profissão.

Mesmo  não lidando com a rede pública me senti a vontade na reunião, pois, empreendedorismo não se faz somente na iniciativa privada. Aproveitei o momento e relatei alguns trabalhos voluntários que já realizei e que poderiam ser abraçados pela gestão.

Os demais membros colocaram suas realidades e algumas dificuldades operacionais. Foi falado muito no pronto atendimento da Fisioterapia, Acupuntura, Osteopatia, Hidroterapia e outros recursos.

Roberto Cláudio garantiu a aprovação de 3 projetos elaborados pela Vereadora Cláudia Gomes. São eles: Inclusão do Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional no Hospital da Mulher (0139/2013), Concurso Publico para Atenção Básica (0148/2013), Pilates para todos nos CUCAS (0141/2013).

O prefeito disse que os três projetos seriam aprovados, não estavam ainda, porque deveriam está na procuradoria. Mas todos já estavam aprovados na câmara.

Um abraço,

Séria Contabilidade – O que é IRPJ?

Chamamos IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) o imposto cobrado pelo governo  federal e que corresponde a 15% dos 32% do lucro presumido que o governo aplica sobre as Empresas de Fisioterapia. Isso dá 4,8% do faturamento obtido pela emissão das notas fiscais no mês.

Ele é trimestral, porém, às vezes, é cobrado, em parte, na fonte, quando no pagamento de algumas Operadoras de Planos de Saúde. Os meses de pagamento do IRPJ são: ABRIL (janeiro + fevereiro + março), JULHO (abril + maio + junho), OUTUBRO (julho + agosto + setembro) e JANEIRO (outubro + novembro + dezembro). Sugiro sempre que esse imposto seja pago mensalmente para que não gere acúmulo no período.

Até a próxima postagem,
Luis Henrique Cintra